Pense de novo.
"Eu não me conheço."
Pense de novo.
"Apenas pergunte se estou bem."
Pelo amor de deus, pense de novo.
Não, já tá na hora de baixar a armadura, não acham?
Eu espero que a armadura não esteja vazia.
Não vim trazer um Review, um texto jornalístico nem um discurso mais ou menos intelectual.
Hoje não.
Hoje eu não vou ser o Jorge Marins.
Hoje eu não vou ser o Venom Boy.
Hoje eu vou ser o Jorge.
Simplesmente o Jorge.
Vou me permitir um momento de clareza em meio a essa bebedeira.
O grande porre chamado vida.
Hoje eu vou aceitar os fatos.
Hoje eu vou me perdoar.
Não, não me entenda errado.
Isso não é egoísmo.
Não é autopiedade.
É a vida.
Eu não sei quais são os meus sonhos.
Eu não sei se quero viver nesse bar escuro, sujo e barato.
Mas eu tô aqui.
O Jorge tá aqui.
O Jorge sempre tá aqui.
Dentro da armadura vazia.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
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Perfeito. A armadura vazia, o bar escuro, sujo e barato. É tudo que a gente sente direto. Constrói uma armadura, seja feita do que for. E se esconde dentro dela. Pena que de tanto se esconder a gente vai encolhendo, até ela ficar quase vazia.
ResponderExcluirMas não o Jorge. O Jorge tá aqui. O Jorge tá sempre aqui! A partir de agora eu também estou!