16 anos, revoltadinho, piadista e palhaço convicto. Adora críticas (desde que bem feitas). Webdesign, anime/mangá, alguns livros.

domingo, 11 de setembro de 2011

11 de Setembro

A primeira década de vida do dia em que os norte-americanos largaram o estereótipo de "família feliz" e ficaram em prantos ao ver tantas famílias estando inconsoláveis.
E nós, brasileiros, comemoramos com a família.
Que alegria de domingo!
Já que nós não nos comovemos com o maior atentado da história, podemos gozar de uma boa cerveja gelada numa tarde ensolarada de primavera.

Boa noite.

sábado, 10 de setembro de 2011

7 de Setembro

Antes de tudo, saibam: eu ainda estou no processo de aprendizagem da política brasileira contemporânea.

O 7 de Setembro é o dia da independência.
Pera aí. Que independência?
"Um vagabundo chegou na margem do ribeirão montado num jegue, tirou a espada e falou 'Independência ou morte!'. Nota: não tinha ninguém pra lutar com ele.", já diziam os filósofos de classe-média.
Nesse estranho momento deixamos de ser escravos de Portugal pra ser escravos do resto do mundo.
Ou pelo menos escravos da maior potência econômica ao longo dos séculos.

O que é chamado de independência se deve ao fato de que o príncipe de Portugal não teve outra saída pra salvar o rabo dele, a não ser cortar relações com a dita cuja monarquia.
Economicamente, ainda somos dependentes. Por causa dessa merda de capitalismo.
É claro que nenhum país é uma ilha(Sem trocadilhos, Jorge...), mas chamar um país como o Brasil de independente, e ter orgulho disso, é muito mais hipócrita do que comemorar a páscoa com ovo de chocolate.
O Brasil produz muito, mas só se ferra, porque compra tudo mais caro. E acho que eu nem preciso falar da situação interna do país.

Na minha narcisista opinião, o dia da independência é um dia de luto.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Hajime no Ippo - Never Surrender

Esta é uma das músicas que eu mais gosto, e um dos animes que eu mais gosto, também.
Porque, Hajime no Ippo, por mais que tenha um roteiro de filme norte-americano(ruim) dos anos 90, é uma história que se passa numa realidade não tão distante. Ou seja: as pessoas se identificam com a história, independente do status, idade etc.
Isso ocorre porque qualquer um, mesmo que não sabendo expressar com palavras, entende a essência da história.


Música The Pretender,do Foo Fighters.
Não vou postar o link da letra/tradução porque já tá difícil postar com essa conexão linda...

sábado, 3 de setembro de 2011

Defendendo os frascos e comprimidos.

Hoje eu estava inocentemente tentando preparar um almoço comestível, quando, ouço à distância um carro tocando funk.
Sim, mas e daí?
Daí que aquele funk tinha uma certa poesia, não era lá essas coisas, mas também não era nada mal pra quem mora na favela.
Foi aí que eu percebi que funk não estar na minha lista de estilos favoritos, não se deve ao fato da música em si ser ruim.
E sim, porque eu, como todo brasileiro hipócrita, não escuto funk porque é coisa de pobre, de favelado.
E é claro que "eu sou superior, e por isso, não escuto música de favelado"." Eu não sou favelado, não quero parecer favelado"." Eu não gosto de pobre".

Eu percebi isso quando vi que a música tinha, de certa forma, uma letra plausível. Não era fútil.
Acho que as vezes esquecemos de como a maioria dessas pessoas não teve instrução, não teve oportunidades.
Mas nós, jovens que agem por conveniência, também não temos lá muita cultura.
A diferença, meu amigo, é que não temos porque não QUEREMOS ter.
Então, será que é tão enfadonho pedir um pouco de calma e ponderação antes de julgar as pessoas?
Aliás, eu também sou um grande filho da puta.