16 anos, revoltadinho, piadista e palhaço convicto. Adora críticas (desde que bem feitas). Webdesign, anime/mangá, alguns livros.

sábado, 10 de setembro de 2011

7 de Setembro

Antes de tudo, saibam: eu ainda estou no processo de aprendizagem da política brasileira contemporânea.

O 7 de Setembro é o dia da independência.
Pera aí. Que independência?
"Um vagabundo chegou na margem do ribeirão montado num jegue, tirou a espada e falou 'Independência ou morte!'. Nota: não tinha ninguém pra lutar com ele.", já diziam os filósofos de classe-média.
Nesse estranho momento deixamos de ser escravos de Portugal pra ser escravos do resto do mundo.
Ou pelo menos escravos da maior potência econômica ao longo dos séculos.

O que é chamado de independência se deve ao fato de que o príncipe de Portugal não teve outra saída pra salvar o rabo dele, a não ser cortar relações com a dita cuja monarquia.
Economicamente, ainda somos dependentes. Por causa dessa merda de capitalismo.
É claro que nenhum país é uma ilha(Sem trocadilhos, Jorge...), mas chamar um país como o Brasil de independente, e ter orgulho disso, é muito mais hipócrita do que comemorar a páscoa com ovo de chocolate.
O Brasil produz muito, mas só se ferra, porque compra tudo mais caro. E acho que eu nem preciso falar da situação interna do país.

Na minha narcisista opinião, o dia da independência é um dia de luto.

2 comentários:

  1. Seu otimismo é realmente contagiante! xD
    Mas muita gente também pensa assim. Só que o Brasil é um país que mudou muito nos últimos anos. Só o fato da crise não ter acabado com a gente como seria um tempo atrás é animador. As oportunidades tanto de educação quanto de emprego são também visíveis e inspiradoras. Estamos longe de ser uma maravilha, mas o futuro promete muita felicidade!

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  2. É claro que o país está se desenvolvendo, o problema, meu caro, é o ritmo no qual ele se desenvolve.
    Enquanto o Brasil perde muito tempo preocupado com problemas externos, ele se esquece que o Estado está apodrecendo numa velocidade muito superior à do desenvolvimento.

    Bem vindo de volta, Diogo!

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