A criança inconsequente,
A tortura do insolente,
O dia que vira noite...
Até que chega ao fim o açoite...
O onipotente poder da perdição
Mais uma vítima da tentação,
perdido dentro da fumaça
transformando a si em carcaça.
O prazer que, então, cessa,
no tremor das mãos se expressa,
deixando pra trás um sorriso...
...que foi, contudo, só outro aviso.
O que há por baixo dos escombros?
O que sobrou do peso nos ombros?
O houve com sua certeza
de que todo homem é uma fortaleza?
quarta-feira, 2 de maio de 2012
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